11.2.08

Visita ao Bairro da Liberdade

Nós do CEDOC fizemos uma visita ao bairro da Liberdade, conhecemos um pouco da cultura japonesa, já que esse ano completa 100 de imigração, nosso cronograma estava apertado, pois tínhamos muitos lugares a visitar.

Primeiro fomos ao Instituto Hiroshima para termos uma aula de yoga, la havia algumas imagens da época que a cidade de Hiroshima e Nagasaki foram atacadas com uma bomba atômica, a aula em si foi muito relaxante.

Segundo lugar a ser visitado foi o Templo Busshinji, que é um Templo Budista Zen, conhecemos muito sobre o budismo, e um sábio monge conversou um bom tempo com a gente tirando nossas dúvidas, assim como no yoga, no templo alguns membros tiveram algumas dificuldades, um desses momentos foi na meditação, percebemos que somos muito agitados. O monge nos falou sobre amor, reencarnação, a busca pelo caminho da luz, harmonia, etc, e nos fez ver pelo menos por um instante as coisas com uma nova visão.

Terceiro lugar, fomos comer, iríamos a um restaurante japonês, mas como disse o cronograma estava apertado, e achamos melhor comer em outro lugar, para poder ir mais rápido e continuar nossa visita a Liberdade.

Quarto, visitamos a Travessa dos Aflitos, um local onde os escravos, indigentes e enforcados eram enterrados, há uma capela bem sinistra, e os ossos encontrados quando lotearam o local foram colocados na capela que lá se encontra.

Quinto lugar , fomos a igreja Santa Cruz dos Enforcados, a igreja em uma arquitetura antiga mas muito bonita, havia uma parte subterrânea onde são colocadas velas, dizem que os jovens em período de alistamento rezam para o Chaguinha, um soldado que tentaram enforca-lo três vezes mas a corta sempre arrebentava, e mataram ele com pauladas, dizem que quem acende uma vela para o Chaguinha é dispensado do exército.

E por último mas não menos importante, muito pelo contrario, fomos ao Museu Histórico da Imigração Japonesa no Brasil, vimos as coisas trazidas na parte da agricultura, cultura, e todas as outras influencias japonesas.

Enfim, foi um dia super proveitoso e pudemos conhecer muito sobre a cultura desse povo que tem o Brasil como segunda casa, já que o Brasil é o país que mais tem japoneses, obviamente depois do Japão.


Rafael Biazão

2 comentários:

ricardo palhares disse...

leva eu.....................

Anônimo disse...

Te levar, rsrsrs, pô cara é só ir lá na liberdade, rsrs, abraços

Rafael Biazão