Uma pesquisa vai testar a eficácia e a segurança de um comprimido na prevenção contra a Aids a partir de setembro no Brasil.
cerca de 600 voluntários - homens que têm relações homossexuais e se expõem a situações de risco de transmissão do hiv pela via sexual-, serão acompanhados pelo Instituto de pesquisas Clinicas Evandro Chagas, da Fiocruz, pela Unifesp e a UFRJ. Por dois anos, eles vão tomar diariamente a pílula feita com duas substancias que já compõe o chamado coquetel anti-Aids, usado por pacientes soropositivos. espera-se que nesse período, eles não sejam contaminados.
O médico Jorge Eurico, coordenador da pesquisa no IPEC, disse que as substancias diminuem a multiplicação do vírus e que testes in vitro, e outros feitos com macacos e com mulheres, mostraram que elas impediriam a transmissão pela via sexual.
Os voluntários receberão camisinhas. segundo o médico, o uso do preservativo também será avaliado: apos seis meses, muitos largam a proteção.
Teste envolve 3 mi

Patrocinada pelo Instituto Nacional de Saúde dos E.U.A e pela Bill e Melinda Gates Foundation, a pesquisa já começou a ser feita há um ano no Peru e no Equador e há 3 meses nos EUA. Além do Brasil, teste será feito ainda na Tailândia e na África do Sul.
Dados tirados do Jornal Destak
Eliene S. Correia