Ah e na noite de ano novo também...

O CEDOC sobre Adolescer Vivendo com o Vírus HIV faz parte do Projeto Tecer o Futuro do Centro Social Nossa Senhora do Bom Parto em parceira com o UNICEF. Através dele, adolescentes de todos os lugares podem trocar idéias e experiências sobre viver com o vírus HIV. Neste blog vamos divulgar nossos posicionamentos e atividades. Outro canal para participar desse trabalho é o Orkut.
Camila Regina.
Nos dividimos em grupos, uns ficaram na recepção outros ajudando as pessoas.
Várias unidades e projetos poderam mostrar seus trabalhos com o Stand. O cedoc teve o seu; que fico representado com o Fala Sério o teatro de bonecos.
Nós do cedoc fomos os únicos a ganharem, a nova camiseta que vem com o novo logo e novo nome (Bom Par).
A festa foi linda...Pra mim a festa passou uma mensagem de que sempre vai a haver barreiras; mais nunca podemos desistir e por isso que o Bom Par existi...
Sonho que se sonho só é apenas um sonho...Mas sonho que se sonha junta se torna Realidade...
Bom par obrigado por existir!!!
Fica aqui o carinho da turma do Cedoc!
Joziane Duarte
Na última sexta-feira, houve na igreja São José do Belém uma missa em homenagem aos 60 anos do Bom Parto.
A missa contou com a presença de muitos jovens e crianças, além é claro, de muitos funcionários da entidade. Com início às 10 horas da manhã, a missa contou com uma bonita homenagem ao Dom Luciano, revitalizador da entidade, além de ser um símbolo de importância nacional.
Muitos funcionários e jovens, incluídos aí os do CEDOC, participaram ativamente da missa levando cartazes e outros objetos que iriam ser utilizados na celebração.
O ato terminou com a bonita entrada das funcionárias da entidade carregando em seus braços alguns bebês de abrigos, representando a imagem de "Maria com Jesus nos braços".
Na abertura da Bienal o grupo de Teatro de Bonecos que faz parte do Tecer o Futuro e cujos integrantes participam do CEDOC apresentou a peça Fala Sério!
A história de uma jovem que vive com o vírus HIV desde o nascimento e conta ao seu melhor amigo para aconselhar-se com ele se deve ou não contar ao cara que está ficando.
Na conversa, escrita por jovens que vivem e convivem com o vírus HIV, os personagens falam de tratamento, formas de transmissão do vírus, direitos, preconceito, números da Aids no mundo e prevenção.
1º de dezembro
Dois casais são convidados para ajudarem os bonecos a colocar a camisinha feminina e masculina.
Elenco: Júlio como Gusto; Estefani como Carol e Camila como auxiliar de palco e apresentadora
"Nossa bienal teve várias apresentações, eu participei do teatro. No começo fiquei muito agitada, pois fiz três papeis diferentes, fui a apresentadora o ponto e a assistente de palco,e logo de cara errei o primeiro cartaz mas depois eu relaxei e tudo fluiu bem.Foi uma experiência totalmente nova, já que além dos adolescentes estavam também os educadores que participaram ativamente do teatro. Todos olhando atentamente para que não perdesse nem umas cenas, também conseguimos risadas com os movimentos que o boneco – Guto fazia, com todo isso pude ver que cada apresentação é única e que não terá replay.
Camila Frigatto"
S. Souza
Fiquei pensando no que eu poderia fazer e depois de pensar muito cheguei a conclusão de que eu poderia fazer uma obra da qual todos pudessem participar, por isso resolvi colocar quadros em branco na entrada da bienal, para que todas as pessoas que chegassem, pudessem fazer alguma coisa no quadro e no fim teríamos, não somente a minha obra, mas sim a obra de todos. Eu cheguei nessa conclusão por causa do tema da bienal: Convivendo, pois assim as pessoas poderiam interagir com a obra e fazer isso em coletividade.
As crianças foram as que mais gostaram da minha obra, elas ficaram o tempo todo desenhando, pintando, fazendo o que queriam fazer.
Meu principal objetivo era mostrar para todos que com um pouquinho da ajuda de cada um, podemos fazer muita coisa. O resultado ficou maravilhoso, meu objetivo foi alcançado.
Todos nós podemos fazer arte contemporânea, esse foi um dos principais aprendizados que eu tive com a Yili, gostaria muito de agradecê-la.
Mayara Mota